Caso um meteoro de proporções semelhantes ao que atingiu Chelyabinsk e arredores, nos Montes Urais, na Rússia, na manhã desta sexta-feira (15), esteja a caminho do Brasil, só será possível saber por meio de agências espaciais internacionais ou quando ele se chocar com a atmosfera terrestre. Isso porque o país não possui um sistema de monitoramento de corpos celestes.
Apesar de ser possível observar frequentes contatos de meteoros com a superfície atmosférica no céu do país, o governo brasileiro não financia nenhum projeto nacional de monitoramento de meteoros, de acordo com o professor do departamento de Física, da Universidade Fedral do Espírito Santo (Ufes), Sérgio Bisch.
“Eu desconheço qualquer projeto no país. Em outros locais existem, por exemplo a própria NASA, nos EUA, que tem (o Monitoramento de Objetos Próximos à Terra), a Agência Espacial Europeia, a Rússia também possui. Porque é uma questão de segurança, é bom alertar para que haja mais investimento na área”, afirmou.
Vários meteoros colidem com a Terra todos os dias e várias toneladas desse material entram no planeta por causa de pequenas colisões, mas a grande maioria das partículas são pequenas, podendo acontecer de cair partículas maiores, como o que atingiu Chelyabinsk e arredores. Segundo o professor, qualquer região do planeta pode ser atingida por um meteoro. Não há um lugar que tenha maior ou menor incidência de queda de corpo celeste.
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" Espero que não haja consequências graves, no entanto, isso é uma prova de que não apenas a economia é vulnerável, mas todo o nosso planeta. "
- Dimitri Medvedev, primeiro-ministro russo
Fonte: Estudos em Geociências e DireitoLaw & Geosciences studies
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Meteoro: Brasil não possui sistema de monitoramento de corpos celestes
ENVI and Pleiades - Why adopt JPEG 2000?
ENVI and Pleiades - Why adopt JPEG 2000?
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Discussed topics:
- Overview and attributes of the Pleiades format
- Performances and benefits of JPEG 2000
- Support, visualisation and processing in ENVI 5
- A rapid access to data with JPIP streaming
Presented by Astrium GeoInformation Services and Exelis Visual Information Solutions.
After watching, download your complimentary White Paper: "JPEG 2000: Overview and benefits for modern geospatial imagery applications".
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Mars rover Opportunity working at 'Matijevic Hill' site
NASA's Mars rover Opportunity, well into its 9th year on Mars, will work for the next several weeks or months at a site with some of the mission's most intriguing geological features.
The site, called "Matijevic Hill," overlooks 14-mile-wide (22-kilometer-wide) Endeavour Crater. Opportunity has begun investigating the site's concentration of small spherical objects reminiscent of, but different from, the iron-rich spheres nicknamed "blueberries" at the rover's landing site nearly 22 driving miles ago (35 kilometers).
The small spheres at Matijevic Hill have different composition and internal structure. Opportunity's science team is evaluating a range of possibilities for how they formed. The spheres are up to about an eighth of an inch (3 millimeters) in diameter.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
The Hubble´s eXtreme Deep Field (XDF) - NASA image release September25, 2012
Hubble Goes to the eXtreme to Assemble Farthest-Ever View of the Universe, a photo by NASA Goddard Photo and Video on Flickr.
Called the eXtreme Deep Field, or XDF, the photo was assembled by combining 10 years of NASA Hubble Space Telescope photographs taken of a patch of sky at the center of the original Hubble Ultra Deep Field. The XDF is a small fraction of the angular diameter of the full moon.
Read and see more: http://goo.gl/t7fG2
Download the original size of this photo (Creative Commons license):
http://farm9.staticflickr.com/8032/8024062104_b2a6602149_o.jpg
terça-feira, 7 de agosto de 2012
From NASA´s Video Gallery: Curiosity's Descent
This stop-motion video shows 297 frames from the Mars Descent Imager aboard NASA's Curiosity rover as it descended to the surface of Mars. These thumbnail images were received on Earth on Aug. 6, 2012, and cover the last two and a half minutes of descent.
Credit: NASA/JPL-Caltech › Curiosity's mission site
See more: http://goo.gl/w0wX6
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Satélite de observação Spot 6 está pronto para ser lançado
Por Alexandre Scussel - http://mundogeo.com
O novo satélite de observação da Terra Spot 6, contruído pela companhia espacial Europeia Astrium, está pronto para ser lançado, dando continuidade ao programa que lançou seus últimos satélites, Spot 4 e 5, em 1998 e 2002 respectivamente.
Nos próximos dias o aparelho será transferido do complexo de satélites da Astrium em Toulouse, na França, para Centro Espacial Satish Dhawan, na Índia, onde ele será integrado com o lançador PSLV que irá levá-lo em órbita. O Spot 6 é um satélite de de alta resolução óptica. Assim como seu gêmeo Spot 7, que será lançado no início de 2014, o Spot 6 terá uma cobertura de 60 quilômetros de imageamento, com resolução de até 1,5 metros.
Continuar lendo: http://goo.gl/v1Zbo
O novo satélite de observação da Terra Spot 6, contruído pela companhia espacial Europeia Astrium, está pronto para ser lançado, dando continuidade ao programa que lançou seus últimos satélites, Spot 4 e 5, em 1998 e 2002 respectivamente.
| Imagem do satélite Spot, da Astrium |
Nos próximos dias o aparelho será transferido do complexo de satélites da Astrium em Toulouse, na França, para Centro Espacial Satish Dhawan, na Índia, onde ele será integrado com o lançador PSLV que irá levá-lo em órbita. O Spot 6 é um satélite de de alta resolução óptica. Assim como seu gêmeo Spot 7, que será lançado no início de 2014, o Spot 6 terá uma cobertura de 60 quilômetros de imageamento, com resolução de até 1,5 metros.
Continuar lendo: http://goo.gl/v1Zbo
quarta-feira, 25 de julho de 2012
NASA vai procurar portais magnéticos em torno da Terra
Com informações da NASA - 10/07/2012
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| As cinco sondas espaciais da missão MMS vão procurar os portais magnéticos, ou Pontos-X, que se espalham em torno de toda a Terra. [Imagem: NASA] |
Pontos-X
Os "portais" estão entre os temas favoritos da ficção científica.
Portais seriam aberturas extraordinárias, no espaço ou no tempo, permitindo conectar os viajantes a reinos distantes distantes e inalcançáveis mesmo pelas naves imaginárias das histórias e dos filmes.
Um bom portal seria como um atalho, uma porta para o desconhecido - se eles realmente existissem...
Acontece que um tipo especial de portal de fato existe, e um pesquisador da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, financiado pela NASA, acaba de descobrir como encontrá-los.
"Nós os chamamos de pontos-X, ou regiões de difusão de elétrons," explica o físico Jack Scudder.
"São lugares onde o campo magnético da Terra se conecta ao campo magnético do Sol, criando um caminho ininterrupto que conecta nosso próprio planeta à atmosfera do Sol, a 149 milhões de quilômetros de distância," explica ele.
Continuar lendo: http://goo.gl/NsrWM
Acontece que um tipo especial de portal de fato existe, e um pesquisador da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, financiado pela NASA, acaba de descobrir como encontrá-los.
"Nós os chamamos de pontos-X, ou regiões de difusão de elétrons," explica o físico Jack Scudder.
"São lugares onde o campo magnético da Terra se conecta ao campo magnético do Sol, criando um caminho ininterrupto que conecta nosso próprio planeta à atmosfera do Sol, a 149 milhões de quilômetros de distância," explica ele.
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| Agora os cientistas não vão mais ficar procurando a esmo pelos portais magnéticos; eles já sabem exatamente como encontrá-los. [Imagem: NASA] |
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