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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Meteoro: Brasil não possui sistema de monitoramento de corpos celestes

Caso um meteoro de proporções semelhantes ao que atingiu Chelyabinsk e arredores, nos Montes Urais, na Rússia, na manhã desta sexta-feira (15), esteja a caminho do Brasil, só será possível saber por meio de agências espaciais internacionais ou quando ele se chocar com a atmosfera terrestre. Isso porque o país não possui um sistema de monitoramento de corpos celestes.


Apesar de ser possível observar frequentes contatos de meteoros com a superfície atmosférica no céu do país, o governo brasileiro não financia nenhum projeto nacional de monitoramento de meteoros, de acordo com o professor do departamento de Física, da Universidade Fedral do Espírito Santo (Ufes), Sérgio Bisch.


“Eu desconheço qualquer projeto no país. Em outros locais existem, por exemplo a própria NASA, nos EUA, que tem (o Monitoramento de Objetos Próximos à Terra), a Agência Espacial Europeia, a Rússia também possui. Porque é uma questão de segurança, é bom alertar para que haja mais investimento na área”, afirmou.


Vários meteoros colidem com a Terra todos os dias e várias toneladas desse material entram no planeta por causa de pequenas colisões, mas a grande maioria das partículas são pequenas, podendo acontecer de cair partículas maiores, como o que atingiu Chelyabinsk e arredores. Segundo o professor, qualquer região do planeta pode ser atingida por um meteoro. Não há um lugar que tenha maior ou menor incidência de queda de corpo celeste.


Continuar lendo: http://goo.gl/FYTHh

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" Espero que não haja consequências graves, no entanto, isso é uma prova de que não apenas a economia é vulnerável, mas todo o nosso planeta. "

- Dimitri Medvedev, primeiro-ministro russo

Fonte: Estudos em Geociências e DireitoLaw & Geosciences studies

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sistema lançado no aniversário da Embrapa disponibiliza dados geoespaciais para agricultura e meio ambiente


Por Graziella Galinari | 25 de Abril de 2012




O sistema GEONETCast, criado para disseminar dados de satélite e produtos ambientais utilizando infraestrutura de baixo custo, é uma das tecnologias apresentadas durante as comemorações pelo aniversário de 39 anos da Embrapa, neste dia 25 de abril, em Brasília (DF). Um sistema receptor está em operação na Embrapa Monitoramento por Satélite (Campinas/SP) como resultado da participação no projeto internacional DevCoCast, permitindo o acesso a uma grande diversidade de informações geoespaciais fornecidas por diversos provedores em todo o planeta.


Em escala continental, os dados disponibilizados pelo sistema têm aplicação em questões relacionadas à vegetação e à agricultura, incêndios e inundações, recursos hídricos, dados de oceanos, tempo e clima, visando tomadas de decisão na agricultura, monitoramento da vegetação e de eventos extremos, como secas, estimativa de rendimento agrícola e vulnerabilidade ambiental, em prol do desenvolvimento sustentável. A participação no sistema também oferece a possibilidade de obtenção de dados em séries históricas de imagens de satélite.


“Os produtos gerados através do processamento destes dados poderão beneficiar decisões técnicas e políticas em todos os setores da sociedade, incluindo agricultura e uso das terras, meio ambiente e mudanças climáticas, turismo, entre outras, diminuindo o impacto causado pela dependência de informação vinda dos grandes centros por parte dos países em desenvolvimento, contribuindo para a busca da sustentabilidade”, explica um dos coordenadores do projeto, Édson Luis Bolfe.


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