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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Satélite de observação Spot 6 está pronto para ser lançado

Por Alexandre Scussel - http://mundogeo.com

O novo satélite de observação da Terra Spot 6, contruído pela companhia espacial Europeia Astrium, está pronto para ser lançado, dando continuidade ao programa que lançou seus últimos satélites, Spot 4 e 5, em 1998 e 2002 respectivamente.

Imagem do satélite Spot, da Astrium

Nos próximos dias o aparelho será transferido do complexo de satélites da Astrium em Toulouse, na França, para Centro Espacial Satish Dhawan, na Índia, onde ele será integrado com o lançador PSLV que irá levá-lo em órbita. O Spot 6 é um satélite de de alta resolução óptica. Assim como seu gêmeo Spot 7, que será lançado no início de 2014, o Spot 6 terá uma cobertura de 60 quilômetros de imageamento, com resolução de até 1,5 metros.



Continuar lendo: http://goo.gl/v1Zbo

terça-feira, 24 de julho de 2012

Inpe apresenta primeiro subsistema de propulsão para satélite desenvolvido no Brasil

Equipamento utilizado para correção de altitude e elevação de órbita de satélite foi criado em parceria com empresa apoiada pela FAPESP por meio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa


20/07/2012

Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apresentou o primeiro subsistema de propulsão para satélite desenvolvido no Brasil, que entrará em órbita a bordo do Amazônia-1.
O equipamento é necessário para correção de altitude e elevação de órbita durante a vida útil do satélite. E foi desenvolvido pela Plataforma Multimissão (PMM), criada pelo Inpe para base de satélites como o Amazônia-1 e o Lattes, em parceria com a empresa Fibraforte, de São José dos Campos (SP), que já teve dois projetos de pesquisa apoiados pela FAPESP no âmbito do Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa (PIPE).
O modelo de qualificação do subsistema de propulsão da PMM foi submetido a uma sequência de testes severos, realizados em laboratórios do Inpe, que reproduzem todo tipo de esforços e o ambiente hostil que o satélite terá desde o lançamento ao fim de sua vida útil no espaço.
No Laboratório de Integração e Testes (LIT), em São José dos Campos, foram realizados os testes de vibração, termovácuo, alinhamento e vazamento. Antes disso, em conjunto com a Fibraforte, o LIT também foi responsável pelo desenvolvimento dos processos de soldagem, pela qualificação dos corpos de prova e pela própria soldagem de todas as tubulações do subsistema.
Continuar lendo: http://agencia.fapesp.br/15909

quinta-feira, 10 de maio de 2012

ESA declara fim da Missão Envisat

Poucas semanas depois de comemorar seu décimo ano em órbita, a comunicação com o satélite Envisat foi subitamente perdida em 8 de Abril. Após rigorosas tentativas de restabelecer o contato e a investigação de cenários de falha, foi declarado o fim da missão.


Uma equipe de engenheiros passou o último mês tentando recuperar o controle do Envisat, investigando as possíveis razões para o problema. Apesar dos contínuos comandos enviados de uma ampla rede de estações terrestres, não houve nenhuma reação do satélite.
Envisat (impressão artística). Fonte: ESA.
Como não houve nenhum sinal de degradação antes da perda do contato, a equipe tem recolhido outras informações para ajudar a compreender a condição do satélite ‒ entre estas, imagens de radar terrestre e do satélite francês Pleiades.


Com essas informações, a equipe tem gradualmente elaborado cenários de falha possíveis, entre eles a perda do regulador de potência, o que bloquearia a telemetria e telecomandos.

continuar lendo: http://goo.gl/c3cBc

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Site da NASA mostra a Terra em transformação

Galeria de imagens da agência compara as mudanças que ocorreram ao longo dos anos, ou mesmo séculos, em vários locais do planeta; no Brasil inclusive
  
Por Gabriela Ruic
No site State of Flux, NASA compara as transformações ocorridas em diversos locais do planeta e em diferentes períodos
São Paulo – A NASA sempre aproveitou o seu conhecimento aeroespacial para ficar de olho, do espaço ou da Terra, em tudo o que acontece no planeta e faz questão de dividir suas descobertas com o grande público. Em mais uma ação do gênero, a agência lançou uma nova versão da sua impressionante galeria de imagens, a State of Flux.

Atualizada semanalmente, a página, parte do programa que estuda os fenômenos climáticos (Global Climate Change), reúne mais de 160 imagens. Elas comparam as mudanças que acontecem no planeta, seja por conta de transformações naturais ou humanas, ao longo dos anos ou mesmo dos séculos. A maioria delas foi capturada por satélites da agência enquanto algumas foram tiradas por cientistas e pesquisadores.

O site divide-se em sete categorias: cidades, eventos extremos, gelo, impacto humano, água, ocupação da terra e top picks (as favoritas da equipe). Em cada uma é possível observar o impacto do aquecimento global no derretimento de gelo em cadeias montanhosas, por exemplo, ou a expansão urbana causada pelo crescimento populacional.

No que diz respeito ao Brasil, as imagens da agência mostram o desmatamento no estado do Mato Grosso. A primeira delas, feita em 1992 por um satélite do Landsat Program - em atividade desde 1972 - mostra que, na época, 25% da área do estado já estava devastada. A segunda foi capturada em 2006 por outro satélite e aponta que, em menos de 15 anos, 80% da floresta local foi desmatada.

sexta-feira, 13 de abril de 2012


Embrapa mapeará toda a agricultura brasileira por imagens de satélite


Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 14h50, 15 de Março de 2012

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vai realizar o mapeamento de toda a agricultura brasileira por imagens de satélite. Em 2012, os investimentos em geotecnologias aplicadas ao monitoramento da agricultura e em inovações em agroenergia são as prioridades.
O presidente da Embrapa, Pedro Arraes, afirmou que o mapeamento permitirá, por exemplo, avaliar o impacto das mudanças no novo Código Florestal, daqui 5 anos. Segundo ele, orçamento da Embrapa neste ano é de R$ 2 bilhões, com algum contingenciamento. “Mas existe esperança de que 100% seja disponibilizado”, disse.
Ao explicar a importância da geotecnologias, Arraes afirmou que as informações serão importantes para desenvolver tecnologias que tornem o Brasil de fato a “âncora verde da agricultura no mundo”.

continuar lendo:http://goo.gl/8soKn

Tales From Future's Calendar