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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sistema lançado no aniversário da Embrapa disponibiliza dados geoespaciais para agricultura e meio ambiente


Por Graziella Galinari | 25 de Abril de 2012




O sistema GEONETCast, criado para disseminar dados de satélite e produtos ambientais utilizando infraestrutura de baixo custo, é uma das tecnologias apresentadas durante as comemorações pelo aniversário de 39 anos da Embrapa, neste dia 25 de abril, em Brasília (DF). Um sistema receptor está em operação na Embrapa Monitoramento por Satélite (Campinas/SP) como resultado da participação no projeto internacional DevCoCast, permitindo o acesso a uma grande diversidade de informações geoespaciais fornecidas por diversos provedores em todo o planeta.


Em escala continental, os dados disponibilizados pelo sistema têm aplicação em questões relacionadas à vegetação e à agricultura, incêndios e inundações, recursos hídricos, dados de oceanos, tempo e clima, visando tomadas de decisão na agricultura, monitoramento da vegetação e de eventos extremos, como secas, estimativa de rendimento agrícola e vulnerabilidade ambiental, em prol do desenvolvimento sustentável. A participação no sistema também oferece a possibilidade de obtenção de dados em séries históricas de imagens de satélite.


“Os produtos gerados através do processamento destes dados poderão beneficiar decisões técnicas e políticas em todos os setores da sociedade, incluindo agricultura e uso das terras, meio ambiente e mudanças climáticas, turismo, entre outras, diminuindo o impacto causado pela dependência de informação vinda dos grandes centros por parte dos países em desenvolvimento, contribuindo para a busca da sustentabilidade”, explica um dos coordenadores do projeto, Édson Luis Bolfe.


continuar lendo: http://goo.gl/EzqHT

Cidade de São Carlos desponta em tecnologia e aerofotogrametria

Por Alexandre Scussel | 13h20, 29 de Março de 2012


O título “Capital Nacional da Tecnologia” não foi conquistado à toa. Apelidada de a terra dos doutores-empreendedores, São Carlos (230 km da capital Paulista) desponta como um dos principais celeiros de produção tecnológica do País: da robótica à biofotônica, da óptica à aerofotogrametria, a cidade abriga cerca de 240 empresas de base tecnológica (EBTs), número que corresponde a 25% do parque industrial do município.


A vocação tecnológica da cidade não nasceu da noite para o dia. Com renomadas instituições de ensino superior, incluindo o campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e dois campi da Universidade de São Paulo (USP), a cidade de 230 mil habitantes também atraiu dois centros de pesquisa da Embrapa, incubadoras tecnológicas além de um complexo empresarial considerado o primeiro parque tecnológico de 3ª geração do País. É esse ambiente propício à inovação que fez de São Carlos o município brasileiro com a maior densidade de doutores (PhD): há um para cada 140 habitantes, realidade bem diferente da média nacional, que é de um doutor para cada 5.423 habitantes. É a maior concentração de doutores por habitante na América Latina.


VANTs e aerofotogrametria


Um exemplo entre os variados cases de sucesso da cidade é a AGX Tecnologia. A empresa, que nasceu em 2002, foi a primeira no Brasil a realizar um voo de Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) de asa fixa em 2005. Com alto knowhow no processamento de imagens georreferenciadas e no desenvolvimento de tecnologias embarcadas – em parceria com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos (INCT-SEC, da USP), a AGX lançou em 2011 o VANT mais barato do Brasil (a partir de R$ 60 mil) com tecnologia 100% nacional.


VANT Tiriba


Denominado Tiriba, o avião robô está sendo usado em uma parceria entre a empresa e a Polícia Militar do Estado de São Paulo no monitoramento de áreas agrícolas. “O VANT permitirá à polícia monitorar e quantificar crimes ambientais com alta precisão. São benefícios que envolvem um baixo custo operacional e ausência de riscos, já que o VANT é operado por um piloto automático”, destaca Adriano Kancelkis, diretor-presidente da empresa. O empresário ressalta a importância das parcerias com a universidade. “É essencial que empresas de tecnologia mantenham essa ligação. A universidade também se beneficia, inclusive com o licenciamento de patentes”, pontua Kancelkis.


Para 2012, a empresa anunciou o lançamento de novos modelos para uso civil. A terceira família de Vants produzida pela AGX irá se chamar VSX. O equipamento terá 20 horas de autonomia de voo e poderá cumprir missões com até 4.000 km de alcance, atingindo uma velocidade de até 200 km/h.


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