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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Voyager 1 embarks on historic journey into interstellar space

September 13, 2013


NASA‘s Voyager 1 spacecraft is now officially the first human-made object to venture into interstellar space. The 36-year-old probe is about 12 billion miles (19 billion kilometers) from our sun.

New and unexpected data indicate Voyager 1 has been traveling for about one year through plasma, or ionized gas, present in the space between stars.

Voyager is in a transitional region immediately outside the solar bubble, where some effects from our sun are still evident.

“Now that we have new, key data, we believe this is mankind’s historic leap into interstellar space,” said Ed Stone, Voyager project scientist based at the California Institute of Technology, Pasadena.

“The Voyager team needed time to analyze those observations and make sense of them. But we can now answer the question we’ve all been asking — ‘Are we there yet?’ Yes, we are.”

Voyager 1 first detected the increased pressure of interstellar space on the heliosphere, the bubble of charged particles surrounding the sun that reaches far beyond the outer planets, in 2004.

Scientists then ramped up their search for evidence of the spacecraft’s interstellar arrival, knowing the data analysis and interpretation could take months or years.

NASA placed a kind of time capsule on Voyager 1 and 2-intended to communicate a story of our world to extraterrestrials. The Voyager message is carried by a phonograph record — a 12-inch gold-plated copper disk containing sounds and images selected to portray the diversity of life and culture on Earth. (Credit: NASA JPL)

Scientists do not know when Voyager 1 will reach the undisturbed part of interstellar space where there is no influence from our sun. They also are not certain when Voyager 2 is expected to cross into interstellar space, but they believe it is not very far behind.


For a sound file of the oscillations detected by Voyager in interstellar space, animations and other information, visit: http://www.nasa.gov/voyager and http://www.jpl.nasa.gov/interstellarvoyager/.

For an image of the radio signal from Voyager 1 on Feb. 21 by the National Radio Astronomy Observatory’s Very Long Baseline Array, which links telescopes from Hawaii to St. Croix, visit: http://www.nrao.edu/.


Source: http://www.kurzweilai.net/voyager-1-embarks-on-historic-journey-into-interstellar-space

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Meteoro: Brasil não possui sistema de monitoramento de corpos celestes

Caso um meteoro de proporções semelhantes ao que atingiu Chelyabinsk e arredores, nos Montes Urais, na Rússia, na manhã desta sexta-feira (15), esteja a caminho do Brasil, só será possível saber por meio de agências espaciais internacionais ou quando ele se chocar com a atmosfera terrestre. Isso porque o país não possui um sistema de monitoramento de corpos celestes.


Apesar de ser possível observar frequentes contatos de meteoros com a superfície atmosférica no céu do país, o governo brasileiro não financia nenhum projeto nacional de monitoramento de meteoros, de acordo com o professor do departamento de Física, da Universidade Fedral do Espírito Santo (Ufes), Sérgio Bisch.


“Eu desconheço qualquer projeto no país. Em outros locais existem, por exemplo a própria NASA, nos EUA, que tem (o Monitoramento de Objetos Próximos à Terra), a Agência Espacial Europeia, a Rússia também possui. Porque é uma questão de segurança, é bom alertar para que haja mais investimento na área”, afirmou.


Vários meteoros colidem com a Terra todos os dias e várias toneladas desse material entram no planeta por causa de pequenas colisões, mas a grande maioria das partículas são pequenas, podendo acontecer de cair partículas maiores, como o que atingiu Chelyabinsk e arredores. Segundo o professor, qualquer região do planeta pode ser atingida por um meteoro. Não há um lugar que tenha maior ou menor incidência de queda de corpo celeste.


Continuar lendo: http://goo.gl/FYTHh

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" Espero que não haja consequências graves, no entanto, isso é uma prova de que não apenas a economia é vulnerável, mas todo o nosso planeta. "

- Dimitri Medvedev, primeiro-ministro russo

Fonte: Estudos em Geociências e DireitoLaw & Geosciences studies

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Mars rover Opportunity working at 'Matijevic Hill' site


NASA's Mars rover Opportunity, well into its 9th year on Mars, will work for the next several weeks or months at a site with some of the mission's most intriguing geological features.
Rock fins up to about 1 foot (30 centimeters) tall dominate 
this scene from the panoramic camera (Pancam) on NASA's Mars Exploration 
Rover Opportunity. 
The component images were taken during the 3,058th Martian day, 
or sol, of Opportunity's work on Mars (Aug. 23, 2012). 
The view spans an area of terrain about 30 feet (9 meters) wide. 
Orbital investigation of the area has identified a possibility of clay minerals
in this area of the Cape York segment of the western rim of Endeavour Crater. 
The view combines exposures taken through Pancam filters centered on 
wavelengths of 753 nanometers (near infrared), 535 nanometers (green)
and 432 nanometers (violet). 
It is presented in approximate true color, the camera team's best estimate
of what the scene would look like if humans were there and able to see it 
with their own eyes. 
Image credit: NASA/JPL-Caltech/Cornell Univ./Arizona State Univ.







The site, called "Matijevic Hill," overlooks 14-mile-wide (22-kilometer-wide) Endeavour Crater. Opportunity has begun investigating the site's concentration of small spherical objects reminiscent of, but different from, the iron-rich spheres nicknamed "blueberries" at the rover's landing site nearly 22 driving miles ago (35 kilometers).

The small spheres at Matijevic Hill have different composition and internal structure. Opportunity's science team is evaluating a range of possibilities for how they formed. The spheres are up to about an eighth of an inch (3 millimeters) in diameter.



Read more: http://goo.gl/7HmRM

Provided by JPL/NASA through the Phys.org

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

The Hubble´s eXtreme Deep Field (XDF) - NASA image release September25, 2012

Like photographers assembling a portfolio of best shots, astronomers have assembled a new, improved portrait of mankind's deepest-ever view of the universe.

Called the eXtreme Deep Field, or XDF, the photo was assembled by combining 10 years of NASA Hubble Space Telescope photographs taken of a patch of sky at the center of the original Hubble Ultra Deep Field. The XDF is a small fraction of the angular diameter of the full moon.



Read and see more: http://goo.gl/t7fG2

Download the original size of this photo (Creative Commons license):
http://farm9.staticflickr.com/8032/8024062104_b2a6602149_o.jpg

terça-feira, 7 de agosto de 2012


From NASA´s Video Gallery: Curiosity's Descent




This stop-motion video shows 297 frames from the Mars Descent Imager aboard NASA's Curiosity rover as it descended to the surface of Mars. These thumbnail images were received on Earth on Aug. 6, 2012, and cover the last two and a half minutes of descent.

Credit: NASA/JPL-Caltech › Curiosity's mission site



See more: http://goo.gl/w0wX6

quarta-feira, 25 de julho de 2012

NASA vai procurar portais magnéticos em torno da Terra

Com informações da NASA - 10/07/2012

As cinco sondas espaciais da missão MMS vão procurar os portais magnéticos, ou Pontos-X, que se espalham em torno de toda a Terra. [Imagem: NASA]

Pontos-X

Os "portais" estão entre os temas favoritos da ficção científica.

Portais seriam aberturas extraordinárias, no espaço ou no tempo, permitindo conectar os viajantes a reinos distantes distantes e inalcançáveis mesmo pelas naves imaginárias das histórias e dos filmes.

Um bom portal seria como um atalho, uma porta para o desconhecido - se eles realmente existissem...

Acontece que um tipo especial de portal de fato existe, e um pesquisador da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, financiado pela NASA, acaba de descobrir como encontrá-los.

"Nós os chamamos de pontos-X, ou regiões de difusão de elétrons," explica o físico Jack Scudder.

"São lugares onde o campo magnético da Terra se conecta ao campo magnético do Sol, criando um caminho ininterrupto que conecta nosso próprio planeta à atmosfera do Sol, a 149 milhões de quilômetros de distância," explica ele.


Continuar lendo: http://goo.gl/NsrWM

Agora os cientistas não vão mais ficar procurando a esmo pelos portais magnéticos; eles já sabem exatamente como encontrá-los. [Imagem: NASA]





quinta-feira, 26 de abril de 2012

Site da NASA mostra a Terra em transformação

Galeria de imagens da agência compara as mudanças que ocorreram ao longo dos anos, ou mesmo séculos, em vários locais do planeta; no Brasil inclusive
  
Por Gabriela Ruic
No site State of Flux, NASA compara as transformações ocorridas em diversos locais do planeta e em diferentes períodos
São Paulo – A NASA sempre aproveitou o seu conhecimento aeroespacial para ficar de olho, do espaço ou da Terra, em tudo o que acontece no planeta e faz questão de dividir suas descobertas com o grande público. Em mais uma ação do gênero, a agência lançou uma nova versão da sua impressionante galeria de imagens, a State of Flux.

Atualizada semanalmente, a página, parte do programa que estuda os fenômenos climáticos (Global Climate Change), reúne mais de 160 imagens. Elas comparam as mudanças que acontecem no planeta, seja por conta de transformações naturais ou humanas, ao longo dos anos ou mesmo dos séculos. A maioria delas foi capturada por satélites da agência enquanto algumas foram tiradas por cientistas e pesquisadores.

O site divide-se em sete categorias: cidades, eventos extremos, gelo, impacto humano, água, ocupação da terra e top picks (as favoritas da equipe). Em cada uma é possível observar o impacto do aquecimento global no derretimento de gelo em cadeias montanhosas, por exemplo, ou a expansão urbana causada pelo crescimento populacional.

No que diz respeito ao Brasil, as imagens da agência mostram o desmatamento no estado do Mato Grosso. A primeira delas, feita em 1992 por um satélite do Landsat Program - em atividade desde 1972 - mostra que, na época, 25% da área do estado já estava devastada. A segunda foi capturada em 2006 por outro satélite e aponta que, em menos de 15 anos, 80% da floresta local foi desmatada.

Tales From Future's Calendar